O homo sapiens, capaz de pensar e formular* seu pensamento, é o fruto de bilhões de anos de evolução. Seu cérebro é sua mais formidável ferramenta.

O homo sapiens tem grandes necessidades materiais, talvez por ter se libertado (numa certa medida) de sua condição animal. Construiu um sistema complexo de produção e de troca de bens no planeta : a economia neoliberal global*.

Por causa de sua demografia, esta espécie é essencialmente urbana, longe do mundo natural que lhe ofereceu a existência. Mas o homo sapiens não pode se subtrair aos principios da ecologia planetária* baseada na interação dos organismos. A verdadeira modernidade* seria entender isto.

Esta sociedade urbana estabeleceu regras baseadas em relações de força e de poder. O poder é avaliado graças a uma unidade de medida inicialmente criada para facilitar as trocas de bens : o dinheiro.
O dinheiro tornou-se Poder, uma divindade toda poderosa.

Os valores profundamente humanos aos poucos são substituidos por este ídolo que impele ao repudio à moral e bom senso. A sociedade esta doente, o homo sapiens perde sua humanidade.
A ilusão de um “desenvolvimento” económico caracterizado pelo consumo e o desperdiço leva o homo sapiens a pilhagem* de seu meio ambiente, sem conseguir ter acesso a felicidade*.
O homo sapiens, capaz de pensar e formular seu pensamento, se transforma em homo consummator incapaz de pensar, sem enclinação para o bem, a beleza e a harmonia, e não aspirando a paz.


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A loucura, é se comportar da mesma maneira esperando um resultado diferente.
Albert Einstein
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